quinta-feira, 9 de setembro de 2010

 

Notícias            


O século XX e as organizações secretas!...

(por Jordan Augusto)


Obs: todas as informações aqui contidas são baseadas em leituras de artigos em revistas internacionais e conversas com famosos autores no Hall of Fame. (nada atesta a veracidade dos fatos ou fantasias – o único ponto verídico são artigos e cruzamento de dados – entre aspas – confirmados; verificação de temas pesquisados.)

Em um destes Hall of Fame, durante uma conversa com os mais famosos, vários deles (de várias nacionalidades e culturas) afirmaram que o século XX, marcialmente falando, foi o século das organizações secretas. Será? Vejamos:

Uma sociedade secreta é una organização que requer de seus membros ocultar certas atividades, como ritos internos para os candidatos, ou os objetivos da mesma. De acordo com um amigo militar da Catalúnia e outro dos países bascos, na Europa tais organizações funcionavam da seguinte forma: Aos membros pode ser exigido ocultar ou negar sua vinculação; frequentemente deven manter os secredos de tal organização resguardado sob juramentos e votos de credibilidade. O término “secret society” é frequentemente usado para descrever organizações fraternais que podem ou não manter o hábito de cerimônias secretas, dividem os mesmos interesses e etc. Em geral tais mecanismo inseridos na sociedade buscam, como todas as demais, obter influencias através da manipulação de informações e manter como membros pessoas de cunho social.

Em vários artigos assinados pelo grande Richard Kim – quem não o conhece? Ou já ouviu falar? -, mestre famoso e influente do Karate, este faz referência ao envolvimento de famosos mestres com várias organizações secretas – escolas iniciáticas –, e que tempos depois enfrentaram uma onda de falácias e fantasias por parte da massa especulativa dos pós-guerra. Muito bem, mas até onde isto é verdade ou alucinação de nosso querido e sábio, já falecido, Richard Kim? Muitas histórias permearam o mundo das artes marciais; mortes acidentais, assassinatos, muito dinheiro, e outras coisas estranhas... Escritas em relatos de desafetos de pessoas famosas que fizeram parte de tais organizações. O grande Pitágoras disse que "É mais fácil conservar na língua um carvão em brasa do que um segredo."

Verdade ou mentira, ou quem sabe elucubrações da mente de algum destes famosos, o ponto em questão é que existem documentos escritos e falados acerca de organizações que venceram os séculos e seguem atuando em pleno séuclo XXI. Novamente eu pergunto: será? Uma grande maioria já mais velha, acima dos setenta anos, diz que o êxito de grandes organizações hoje conhecidas se deve à influências destas tais confrarias. Outros afirmam que a Segunda Grande Guerra teve como protagonistas de eventos decisivos grandes mestres das artes marciais; há quem diga que o Japão contou com a ajuda de inúmerso destes famosos – hoje já falecidos.

Em meio a tantas calúnias, mentiras, jogos estratégicos, ou verdades absolutas, mas negadas até a morte, os interesses pessoais sempre foram a pedra que dividiu o bom e o ruim nas grandes escolas da vida – sejam elas religiosas ou não. Os mais estudados da sociologia afirmam que esta é a razão pela qual poderá haver discrepância, por exemplo, entre organização, religião, filosofia, ciência etc., - ainda que estejam todas secretamente interligadas.

Todos os interesses sempre partiram em busca do domínio; da conquista – a geopolítica que fomenta o desejo. Contudo, foi evidente que, à medida que foram progredindo, cada um deles buscou sua própria via e organização. Ora, estamos falando de pessoas que são idolatradas como heróis de hoje. Passaram os anos e todos eles, negando ou não a participação em tais sociedades secretas, lograram ver suas escolas e organizações vingarem, darem frutos, ganharem terras extrangeiras... Como disse um amigo no Hall da Fama, acabarão dizendo senão a mesma coisa: ou nega-se ou finge que não sabe. Há quem diga que grandes empresários americanos de hoje nada seriam sem a ajuda de tais organizações. No entanto, a história retrata apenas um envolvimento como praticantes ou entusiastas. Assim é a vida. Caímos na dúvida da eterna palavrinha de quatro letras: será?





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