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(por Jordan Augusto)
Nunca foi tão difícil para o ser humano fazer boas escolhas, tal como saber de verdade o que se quer. Se não fosse só isso, estamos enfrentando a era do individualismo. Cada um por si!
As transformações ocorridas nos últimos anos demonstram que o mundo tornou-se pequeno para as relações humanas. Atualmente a técnica é apresentada como um meio que estabelece a expansão das nações. Todo esse processo de alteração em curtos intervalos de tempo possui grandes e graves conseqüências que ainda não são possíveis de serem medidas. O sistema capitalista tem se expandido por todos os cantos do planeta e gerando novas formas de relações entre as nações, onde o Estado tem perdido a importância frente a muitas questões financeiras. A divisão de classe é acentuada por esse método, contribuindo também para prejudicar o meio natural. O homem descobriu que o caminho solitário é melhor para esta competição do terceiro milênio. Por outro lado, isto está demonstrando que a vida em sociedade está tomando um novo caráter.
Evidencia-se um processo que busca generalizar todas as estruturas sociais, econômicas e políticas nos mais diferentes lugares do mundo. Essa nova forma de organização do mundo demonstra que as conseqüências são grandes e que podem ser dimensionadas para uma grande desigualdade entre as nações, e parte desse fato já ocorre atualmente. Porém existe ainda tempo de ser feito e construído propostas de alteração desse processo, onde a participação popular de cada cidadão através do esclarecimentos dos fatos, que são muitas vezes transfigurados pelo sistemas de telecomunicações, contribuirá para construirmos uma sociedade mais justa e ideal para o nosso futuro.
Nunca foi tão fácil relacionarmos através das diversas formas que a tecnologia hoje nos oferece. Porém, o interior do homem está cada vez mais arisco e desconfiado. Seria um fato recorrente à história da humanidade?
Para o homem religioso das sociedades tradicionais, toda a Natureza é susceptível de se revelar como sacralidade cósmica. O Cosmos na sua totalidade se pode tornar uma hierofania. O homem das sociedades arcaicas tem a tendência para viver o mais possível no sagrado ou muito perto dos objetos consagrados, "em contato" com o sagrado, num estado de eterno "encantamento" que pauta a sua relação com o mundo à sua volta e consigo próprio.
O homem descobria a milhares e anos a sua habilidade e sua capacidade de transformação. A civilização anterior operava na base de um artesão altamente qualificado. Nos seus primórdios, a nova civilização industrial operava na base de alta organização e operário reduzido a "mão-de-obra". É evidente que tal processo produziu mecanização excessiva do esforço humano, não faltando mesmo alguns aspectos desagregadores no hoje fracionadíssimo trabalho humano.
Hoje, cada vez mais precisa o homem, para viver na sociedade artificial e complexa, em que se acha inserido, de uma boa educação intelectual, que, à falta de outro nome, chamaríamos de geral, seguida ou complementada de aprendizagens de natureza ocupacional, destinadas a lhe dar emprego ou trabalho – graças àquela educação geral, a sua posição em relação ao trabalho ou emprego se fará muito flexível, habilitando-o a melhorar, aperfeiçoar-se e mudar mesmo de setor profissional. Isto quanto à educação comum.
Num certo templo o monge principal disse para um jovem acólito:
"Hoje faz um calor insuportável!!! Vás buscar um pouco de ar fresco para mim lá na Montanha da Fronteira, rápido!"
O monge toma um saco grande de linho e parte para a montanha, que se erguia imponente à frente do templo. No meio do caminho ele fica cansado, e resolver deitar-se um pouco para apenas descansar as costas. Mas logo se rende à fadiga e dorme profundamente. Quando acorda já é quase noite!
"Adormeci!", pensa ele, "Que vou fazer? Se eu voltar sem o vento, o superior me fará passar maus bocados!!!"
Após alguns minutos de reflexão, ele exclama:
"Já sei o que fazer!"
Ele levanta-se, ergue seu manto, coloca a boca do saco no traseiro e começa a soltar muitos "pums", até que o saco fica cheio... Depois, com o saco na mão, retorna ao templo.
O monge principal o repreende, rabugento:
"Idiota! Estás atrasado!! Faz horas que estou à tua espera! Espero que tenha trazido um vento BEEEM fresco! Vamos, ponha o vento para fora!"
"Sim, senhor," diz o jovem, abrindo o saco...
"MISERICÓRDIA!!!!! QUE BAFO!!!!!", exclama o superior, "O vento hoje está uma fedentina!!"
O jovem monge, malandramente disfarçando, comenta muito sério:
"É o calor, senhor! Em dias como esse, até o vento cheira mal..."
Referência:
Conversas com Araki Sensei, Michie Hosokawa, Paulo Hideyoshi, Masa, sadao, Luiz yamada, Hidetaka Sensei. Textos: Galileu - Revista, Livros de Sociologia; Análises sobre a Psicologia Moderna e estudos sobre Freud, Jung , Melanie Klein;Grof; Kapra; Apostilas Ogawa Shizen Kay, Fatos sobre o Japão; Jornal International Press, Revista Planeta Zen, As Upanishads, Bhagavad Gita, trad. Huberto Rohden, http://www.algosobre.com.br, http://www.prossiga.br
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