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JOUYOU KANJI – OS KANJI OBRIGATÓRIOS
O QUE É O JOUYOU KANJI
Em 1946, o Ministério da Educação Japonês (Monbushu) com o objetivo de facilitar o aprendizado e aumentar o número de pessoas letradas, escolheu entre os mais de 10.000 KANJI então em uso na literatura, 1850 ideogramas de uso mais frequente, os quais utilizando-se conjuntamente com o Katakana, o Hiragana e o Roma-ji se poderia exprimir toda a língua japonesa.
A estes Kanji "escolhidos", chamados de "Toyou Kanji" se permitiu um adicional de 284 caracteres especiais que eram frequentes em nomes de família e nomes próprios.
Para o ciclo fundamental obrigatório escolar de 6 anos, escolheu-se naquela época os 881 caracteres mais usados, chamados de Kyouiku (" Kanji educational "), que se tornaram obrigatórios para o diploma do curso fundamental..
Estudos mostraram que o domínio do Kyouiku permitiriam ao estudante a leitura de 90% do material escrito no Japão, e do domínio do conjunto inteiro dos Toyou Kanji, a leitura de 99% deste.
Em 1977 este conjunto de caracteres básicos, foi ampliado para 996 unidades, e passaram a ser conhecidos como Gakushu Kanji, os quais estudaremos e praticaremos aqui, divididos em seis livros, na ordem prescrita pelo Ministério da Educação Japonês.
De 1981 em diante, o conjunto total prescrito de Kanji passou dos originais 1850, para 1945 caracteres e passaram a ser oficialmente designados de Jouyou Kanji (Caracteres de Uso Geral), o que inclui os Gakushu
Kanji.
Os 1945 kanji obrigatórios recomendados pelo Ministério da Educação do Japão para uso geral, foram aqui classificados na seguinte ordem:
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Nº de traços – número de traços da composição do Kanji, baseado na mais aceita contagem em livros didáticos. Este é um recurso importante na localização do significado de Kanji dos quais se conhece a aparência.
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Nível – que vai de 1 a 8, sendo os níveis de 1 ao 6 equivalentes ao ensinado na escola básica, e o nível 8 ensinados na escola média.
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Frequência –set de 1945 caracteres de uso geral (Jouyou Kanji ) ordenados e numerados pelo autor utilizando-se a frequencia de aparecimento em publicações japonesas, baseado em relatório do “The National Language Research Institute
(Tokyo)”.
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Bushu nº - número do radical mais importante do Kanji, baseado no livro de Nelson "New Japanese-English Character Dictionary”. Com isso se pode classificar os kanji por “famílias”, facilitando-se o seu aprendizado.
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On-yomi (leitura de origem chinesa) e Kun-yomi (leitura nativa japonesa) – a primeira em letras maíusculas e a segunda em letras minusculas conforme a convenção utilizada normalmente em dicionários. Nas definições kun-yomi deixou-se as terminações dos verbos (Okurigana) e dos adjetivos entre parenteses
Foram utilizadas definições do arquivo internacionalmente aceito
“Kanjidic” do Prof. Jim Breen, da Universidade Monash da Austrália.
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Português – traduziu-se os
termos literalmente em alguns casos e por contexto em outros onde a tradução
era mais fiel ao espírito dos caracteres. Utilizou-se para os verbos as
traduções no infinitivo e para expressões idiomáticas aquelas que mais
se aproximavam em Português.
Fonte: Wladimir Mendes de Carvalho
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