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Há muito que Marcos Amaral
integra um importante posto na SBB e que
define as diretrizes que são tomadas
pela instituição em cada ano. O ano de
2004 está sendo significativo para o
homem de confiança do Shidoshi Jordan
Augusto. Marcos além de ser hoje a
pessoa que intervém nos assuntos de
maior relevância da instituição, é o
homem que faz todos os contatos
internacionais relacionados ao Bugei.
Com fluência em Inglês, Marcos Amaral
tem sido uma peça chave na construção
de uma nova era para a Sociedade
Brasileira de Bugei.
SBB - Como será esta nova caminhada
cheia de projetos para 2005?
A transição do ano de 2003 para 2004
foi muito atribulada quanto às questões
organizacionais, haja vista que
importantes conceitos foram aprendidos
diante de muitas barreiras que, com
certeza, muito nos ensinou. A SBB ainda
é uma escola tradicional onde, quando
um aluno é reprovado em um exame, este
perde a oportunidade de continuar
estudando, e isso às vezes não é bem
absorvido pelas pessoas que são
convidadas a se retirar. Ao longo de
minha trajetória via as mais inusitadas
situações e respeito disso: aluno
graduado prestes a se formar e é excluído,
alunos novos que por imaturidade perdem
a oportunidade, e outras. A diretoria da
SBB é caxias neste aspecto. E isso,
sempre nos trouxe muito respeito pelas
pessoas mais velhas e principalmente em
outros países. Tamanho é este
compromisso que este ano já tivemos
duas reuniões que importantes
professores e doutores do meio acadêmico
e alunos da Instituição, para montagem
de um projeto da Universidade de Bugei.

SBB -Do que se trata esta
universidade de Bugei?
Possuímos na escola vários alunos de
filosofia, química, medicina e etc. que
são professores destas mesmas áreas em
importantes universidades de Goiânia e
Brasília. Desta forma, são encantados
com os ensinamentos do Bugei. Por
exemplo, para as áreas humanas, pela ótica
de alguns doutores, a forma educacional
estudada no Bugei é extremamente avançada
e progressiva, embora tradicional pela
cultura, objetivando raciocínios
interpessoais e em determinados aspectos
sociológicos sobre o ponto de vista da
construção da personalidade interior,
seja esta individual ou não. Nestas
duas reuniões recebemos o interesse de
alguns empresários que são membros do
Bugei e gostariam de investir na construção
desta universidade estabelecendo uma
linha de crédito com uma carência bem
satisfatória. Estamos todos muito
empolgados com tal iniciativa que deve
ter andamento nas próximas reuniões.
SBB - Qual será o
posicionamento do Shidoshi Jordan nesta
nova etapa?
Acredito que hoje ele está preso em
outras coisas. O ano de 2003 foi um ano
de intensas decepções e transformações.
Hoje o Shidoshi goza da confiança de
importantes homens que ao seu lado
constroem dias melhores para todos nós.
Muita coisa se modificou.

SBB - Segundo Araki sensei, em uma última
reunião em que o Sr. estava presente,
muitas diretrizes foram definidas quanto
à ida do Shidoshi Jordan para o Canadá.
Conte-nos a respeito disso?
Em verdade não está nada definido. Até
porque o Shidoshi está trabalhando em
outros projetos que evolve primeiro o
Japão e não o Canadá. Acredito que o
trabalho realizado pela SBB realmente não
deve ficar no Brasil. E a ida do
Shidoshi para o Canadá sem dúvida
seria um bom projeto para se cumprir,
mas o Bugei ainda é um meio onde as
coisas são definidas em reuniões e não
em especulações e quanto a isso, não
temos nada definido por enquanto.

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