quarta-feira, 23 de julho de 2014

 

Textos e Ensaios de Jordan Augusto            


 

Medicina Oriental

Respiração - até onde é importante? 


(por Jordan Augusto) 


Esta é uma pergunta que recentemente tem sido uma constante em minhas palestras. 

Bem, é fato que o imediatismo e a pressa dos dias atuais têm impulsionado os jovens e alunos contemporâneos a queimarem etapas importantes para o desenvolvimento técnico. Os antigos mestres conservavam em sua essência a síntese do caminho que, por séculos, permaneceu imutável diante de tantas evoluções. 

Recorremos então a uma pergunta: mas, não é importante evoluir? Evoluir sim. Piorar jamais. Se formos além e analisarmos teorias que há tempos ajudam na formação técnica e psicológica, veremos que, em primeiro lugar, deve-se ater à importância de se coordenar a compreensão de tais atos. 

Ao processo de inspirar e expirar o ar dá-se o nome de respiração. Ela permite ao corpo absorver o oxigênio necessário para gerar energia e eliminar o gás carbônico resultante das reações químicas. Durante a respiração, o ar é tomado dos pulmões e forçado a voltar para trás. Isto normalmente é feito automática e involuntariamente. Como os pulmões não podem se mover por eles mesmos, a respiração depende de movimentos do diafragma e dos músculos do tórax que estão entre as costelas. Quando os músculos da parede do tórax se contraem, eles alargam a cavidade do tórax, levando a uma diminuição da pressão do ar. Isto faz os pulmões se expandirem e empurrarem o ar. Quando os músculos relaxam, o tórax se contrai e o ar é levado para fora. 

Em uma analogia curiosa, veremos que os moluscos de ambientes aquáticos respiram por brânquias. Estas são intensamente vascularizadas, isto é, possuem numerosos e finíssimos vasos sangüíneos. A água traz o gás oxigênio dissolvido, banha as brânquias e o oxigênio passa, por difusão, para o interior dos vasos sangüíneos. Os moluscos terrestres apresentam respiração pulmonar, realizada por uma cavidade no corpo, com abundante irrigação sangüínea, que funciona como um pulmão rudimentar, recebendo o ar com oxigênio. Porém, inevitavelmente, esta também necessitará do oxigênio. 

Nos seres humanos e em outros vertebrados, os pulmões se localizam no interior do tórax. As costelas, que formam a caixa torácica, inclinam-se para frente pela ação do músculo intercostal, provocando um aumento do volume da cavidade torácica. O volume do tórax também aumenta pela contração para baixo dos músculos do diafragma. Quando o tórax se expande, os pulmões começam a encher-se de ar durante a inspiração. O relaxamento dos músculos do tórax permite que estes voltem a seu estado natural, forçando o ar a sair dos pulmões. Os principais centros nervosos que controlam o ritmo e a intensidade da respiração estão no bulbo raqueano e na protuberância ou ponte. 

Existem dois meios de se colocar ar nos pulmões: no estilo barriga para dentro, peito para fora, que é a respiração torácica, ou então através do diafragma, que é a respiração abdominal. 

"É o tipo que ocorre em todos os bebês psicologicamente saudáveis e emocionalmente tranqüilos, por isso é vista como a mais natural. Já a respiração peitoral requer mais trabalho para a mistura de ar e sangue e, conseqüentemente, mais oxigênio, o que resulta na necessidade de um número maior de repetições. Portanto, a respiração diafragmática ou abdominal é mais eficiente e economiza energia".

Além de poupar o coração - ao respirar é preciso que o coração envie sangue para os pulmões, logo, quanto mais respiramos mais este órgão trabalha - a respiração diafragmática é também a mais eficiente nas circunstâncias normais do dia-a-dia, mistura mais profundamente o oxigênio ao sangue, massageia os órgãos internos que promovem a circulação, além de reduzir o estresse e relaxar. 

Quando você enche o peito de ar, encolhendo a barriga, está usando apenas a musculatura do tórax. Esse é o tipo de respiração de quem está fazendo um exercício físico intenso. E é também o tipo de respiração de quem está sob pressão. Nesse último caso, ocorre uma superficialização dos movimentos, entrando menos ar em cada movimento, mas com um grande número de inspirações e expirações. O resultado é acúmulo de ar viciado, pobre em oxigênio, além de tensão muscular. Já a respiração diafragmática ocorre em situações de calma e, muito importante, é capaz de diminuir a reação de alarme. 

Os principais órgãos que constituem o trato respiratório são: 
Fossas nasais (passagem nasal) - servem para filtrar o ar quando ele entra no corpo. 
Faringe - onde se localiza a epiglote cuja função é impedir o alimento de chegar ao pulmão. 
Laringe, - faz o ar vibrar as cordas vocais. 
Traquéia - é a continuação da laringe e bifurca-se em dois tubos menores chamados brônquios. 
Brônquios - que penetram nos pulmões e ramificam-se em tubos menores chamados bronquíolos. 
Bronquíolos - têm diâmetro de aproximadamente 1 mm. 
Alvéolos pulmonares - onde ocorre a troca de oxigênio por gás carbônico. 

Em cada pulmão, o ar continua o seu trajeto através de tubos. Os tubos maiores são chamados brônquios. Os dois brônquios principais se originam na traquéia e, dentro dos pulmões, dividem-se em brônquios menores, que por sua vez dividem-se num grande número de bronquíolos menores ainda. Os bronquíolos dividem-se em ductos alveolares, que contém alvéolos, comumente chamados de sacos de ar. 

Os alvéolos contêm uma parede muito fina, ou membrana, que separa o sangue do ar contido nos alvéolos. Esta fina membrana permite que o oxigênio e o nitrogênio passem do ar para o sangue. Desta forma, o sangue leva oxigênio para todo o corpo. Quando o sangue retorna aos alvéolos, o dióxido de carbono e outros gases passam do sangue para os alvéolos. Estes gases são eliminados do seu corpo com o ar que você expira. 

Cada pulmão é envolvido pela pleura, uma fina membrana que se dobra sobre si formando uma dupla camada ao redor de cada pulmão. Há um espaço mínimo entre estas membranas preenchido por um fluido que possibilita o deslizamento das duas durante a respiração. A pleura interna está ligada ao pulmão; a externa, à caixa torácica. A principal função delas é permitir a contração e a expansão dos pulmões de forma suave e uniforme. Ao respirar, a caixa torácica se expande para cima e para fora fazendo com que os pulmões se expandam e se encham de ar ao mesmo tempo. Quanto mais forte a ação muscular, maior quantidade de ar penetra nos pulmões. 

O ar que respiramos é umedecido e aquecido por pequenos vasos sanguíneos próximos à cavidade nasal antes de chegar aos pulmões. Os finos pelos presentes no nariz filtram o ar e impedem que corpos estranhos saiam levados aos pulmões. 

Os seres humanos podem viver por vários dias sem alimento ou água, mas eles morreriam em poucos minutos na ausência de ar. O oxigênio, um gás encontrado no ar, é necessário para o metabolismo da célula, o processo crucial para transformar alimento em energia. 

Nós do Bugei, que praticamos Ketsugo, Densho Butsu no kami, Taiso e uma série de exercícios que, embasados na respiração, nos trazem uma melhor compreensão, valorizamos a saúde celular através da respiração. 

A respiração celular é um fenômeno que consiste basicamente no processo de extração de energia química acumulada nas moléculas de substâncias orgânicas diversas, tais como carboidratos e lipídios. Nesse processo, verifica-se a oxidação ou "queima" de compostos orgânicos de alto teor energético, como gás carbônico e água, além da liberação de energia, que é utilizada para que possam ocorrer as diversas formas de trabalho celular. 

Respiramos cerca de 20.000 vezes num dia. Em cada respiração, absorvemos por volta de 300ml de ar. Mas nossos pulmões foram planejados para muito mais, pois a capacidade pulmonar de um adulto é de cerca de 4 litros. Nossa respiração cotidiana movimenta apenas 10% do que nossos pulmões comportam. Assim, nosso corpo e nossa mente funcionam com uma quantidade de combustível bem menor do que necessitam e jamais poderemos expressar plenamente nossos potenciais e viver uma vida realmente saudável se não aumentarmos nossa absorção de oxigênio. 

Indo mais além, analisando teorias estudadas de forma mais profunda, sem a preocupação do cultivo e desenvolvimento do “KI”, podemos concluir que existe uma forma correta de inspirar oxigênio e liberar gás carbônico. 

A respiração é um fenômeno de fundamental importância para o trabalho celular e, portanto, para manutenção de vida num organismo. Na fotossíntese depende da presença de luz solar para que possa ocorrer. Já na respiração celular, inclusive nas plantas, é processada tanto no claro como no escuro, ocorre em todos os momentos da vida de organismo e é realizada por todas as células vivas que o constituem. Se o mecanismo respiratório for paralisado num indivíduo, suas células deixam de dispor de energia necessária para o desempenho de suas funções vitais; inicia-se, então, um processo de desorganização da matéria viva, o que acarreta a morte do indivíduo. 

Na respiração, grande parte da energia química liberada durante oxidação do material orgânico se transforma em calor. Essa produção de calor contribui para a manutenção de uma temperatura corpórea em níveis compatíveis com a vida, compensando o calor que normalmente um organismo cede para o ambiente, sobretudo nos dias de frio. Isso e verifica principalmente em aves e mamíferos; em outros grupos, como os anfíbios e os répteis, o organismo é aquecido basicamente através de fontes externas de calor, quando, por exemplo, o animal se põe ao sol. 

Já vimos que nos seres vivos a energia química dos alimentos pode ou não ser extraída com a utilização do gás oxigênio. No primeiro caso, a respiração é chamada aeróbica. No segundo, anaeróbica. 

A respiração aeróbica se desenvolve sobretudo nas mitocôndrias, organelas citoplasmáticas que atuam como verdadeiras "usinas" de energia. 

Nos organismos aeróbicos, a equação é simplificada da respiração celular pode ser assim representada: 

C6H12O6 + O2 -> 6 CO2 + 6 H2O + energia

Na equação acima, verifica-se que a molécula de glicose (C6H12O6) é "desmontada" de maneira a originar substâncias relativamente mais simples (CO2 e H2O). A "desmontagem" da glicose, entretanto, não pode ser efetuada de forma repentina, uma vez que a energia liberada seria muito intensa e comprometeria a vida da célula. É preciso, portanto, que a glicose seja "desmontada" gradativamente. Assim, a respiração aeróbica compreende, basicamente, três fases: glicólise, ciclo de Krebs e cadeia respiratória. 

Glicólise significa "quebra" da glicose. Nesse processo, a glicose converte-se em duas moléculas de um ácido orgânico dotado de 3 carbonos, denominado ácido pirúvico (C3H4O3). Para ser ativada e tornar-se reativa a célula consome 2 ATP (armazena energia química extraída dos alimentos distribuindo de acordo com a necessidade da célula). No entanto, a energia química liberada no rompimento das ligações químicas da glicose permite a síntese de 4 ATP. Portanto, a glicólise apresenta um saldo energético positivo de 2 ATP. 

Na conversão da glicose em ácido pirúvico, verifica-se a ação de enzimas denominadas desidrogenases, responsáveis, como o próprio nome diz, pela retirada de hidrogênios. Nesse processo, os hidrogênios são retirados da glicose e transferidos a dois receptores denominados NAD (nicotinamida adenina dinucleotídio). Cada NAD captura 2 hidrogênios. Logo, formam-se 2 NADH2. (Obs: A glicólise é um fenômeno que ocorre no hialoplasma, sem a participação do O2.) 

O ácido pirúvico, formado no hialoplasma durante a glicose, penetra na mitocôndria, onde perde CO2, através da ação de enzimas denominadas descarboxilases. O ácido pirúvico então converte-se em aldeído acético. 

O aldeído acético, pouco reativo, combina-se com uma substância chamada coenzima A (COA), originando a acetil-coenzima A (acetil-COA), que é reativa. Esta, por sua vez combina com um composto. Nesse momento inicia-se o ciclo de Krebs, fenômeno biológico ocorrido na matriz mitocondrial. 

Da reação da acetil-CoA, ocorrem series de desidrogenações e descarboxilações até originar uma nova molécula de ácido oxalacético, definido um ciclo de reações, que constitui o ciclo de Krebs. 

Essa fase ocorre nas cristas mitocondriais. Os hidrogênios retirados da glicose e presentes nas moléculas de FADH2 e NADH2 são transportados até o oxigênio, formando água. Dessa maneira, na cadeia respiratória o NAD e o FAD funcionam como transportadores de hidrogênios. 

Na cadeia respiratória, verifica-se também a participação de citocromos, que tem papel de transportar elétrons dos hidrogênios. À medida que os elétrons passam pela cadeia de citocromos, liberam energia gradativamente. Essa energia é empregada na síntese de ATP. 

Depois de muitos cálculos, podemos dizer que o processo respiratório aeróbico pode, então, ser equacionado assim: 

C6H12O6 + 6 O2 -> CO2 + 6 H2O + 38 ATP 

O processo de extração de energia de compostos sem utilização de oxigênio (O2) é denominado respiração anaeróbica. Alguns organismos, como o bacilo de tétano, por exemplo, têm na respiração anaeróbica o único método de obtenção de energia – são os chamados anaeróbicos estritos ou obrigatórios. Outros como os levedos de cerveja, podem realizar respiração aeróbica ou anaeróbica, de acordo com a presença ou não de oxigênio – são por isso chamados de anaeróbicos facultativos. 

Na respiração aeróbica, o O2 funciona como aceptor final de hidrogênios. Na respiração anaeróbica, também fica evidente a necessidade de algum aceptor de hidrogênios. Certas bactérias anaeróbicas utilizam nitratos, sulfatos ou carbonatos como aceptores finais de hidrogênios. Os casos em que os aceptores de hidrogênios são compostos orgânicos que se originam da glicólise. Esses tipos de respiração anaeróbica são chamados de fermentações. 

Nos processos fermentativos, a glicose não é totalmente "desmontada". Na verdade, a maior parte da energia química armazenada na glicose permanece nos compostos orgânicos que constituem os produtos finais da fermentação. 

Há 2 tipos principais de fermentação: a alcoólica e a láctica. Ambas produzem 2 ATP no final do processo. Portanto, o processo fermentativo apresenta um rendimento energético bem inferior ao da respiração aeróbica, que produz 38 ATP. Na fermentação alcoólica, a glicose inicialmente sofre a glicólise, originando 2 moléculas de ácido pirúvico, 2 NADH2 E um saldo energético positivo de 2 ATP, em seguida o ácido pirúvico é descarboxilado, originando aldeído acético e CO2, sob a ação de enzimas denominadas descarboxilases. O aldeído acético, então, atua como receptor de hidrogênios do NADH2 e se converte em álcool etílico. 

Na fermentação láctica, a glicose sofre glicólise exatamente como na fermentação alcoólica. Porém enquanto na fermentação alcoólica o aceptor de hidrogênios é o próprio aldeído acético, na fermentação láctica o aceptor de hidrogênios é o próprio ácido pirúvico, que se converte em ácido láctico. Portanto não havendo descarboxilação do ácido pirúvico, não ocorre formação de CO2. 

Veja abaixo a equação simplificada da fermentação láctica: 

C6H12O6 -> 2 C3H6O3 + 2 ATP 

A fermentação láctica é realizada por microorganismos (certas bactérias, fungos e protozoários) e por certos animais. 

As bactérias do gênero Lactobacillus são muito empregadas na fabricação de coalhadas, iogurtes e queijos. Elas promovem o desdobramento do açúcar do leite (lactose) em ácido láctico. O acúmulo de ácido láctico no leite torna-o "azedo", indicando uma redução do pH. Esse fato provoca a precipitação das proteínas do leite, formado o coalho. 

Por outro lado, existe uma antiga história indiana que ilustra bem a importância da respiração. Conta-se que todos os sentidos estavam brigando entre si para determinar qual deles era o mais importante. Sem conseguir resolver o dilema, foram até Brahma - o criador na mitologia hindu - e lhe perguntaram: "Dentre nós, qual é o mais importante?" Brahma então respondeu: "O mais importante é aquele cujo afastamento faça o corpo piorar." 

Assim, os sentidos decidiram que cada um se afastaria por um ano para que os outros pudessem avaliar o efeito de sua ausência. A Fala se afastou e ao voltar após um ano perguntou: "Como vocês viveram sem mim?" Os outros sentidos responderam: "Como os mudos: não falando com a língua mas vendo com os olhos, ouvindo com os ouvidos, respirando com a respiração, conhecendo com a mente, gerando com o sêmen. Assim vivemos." E a língua retornou ao seu lugar. 

Então se afastou a visão, mas os outros viveram como os cegos. Depois, foi a vez da audição e todos viveram como os surdos. Quando o sêmen se afastou, os sentidos viveram como os impotentes. E foi a vez da mente afastar-se. Por um ano foi possível viver como os loucos, sem conhecer com a mente mas falando com a fala, vendo com os olhos, ouvindo com os ouvidos, gerando com o sêmen e respirando com a respiração. 

Por fim, chegou a vez da respiração. Ao afastar-se rompeu os demais sentidos e o corpo virou uma grande confusão. Então, todos os outros sentidos lhe pediram: "Não partas, senhora, pois não poderemos viver sem vós." 

Fontes de pesquisa: palestras e aulas com Roberto Kunio Araki, Ogawa Sensei, Paulo Hideyoshi, Susumo Motoshima. 

Material didático - Ogawa Shizén kay. 

Cursos de especializações - Susumo Motoshima, Ogawa Sensei, Roberto Kunio Araki, Masao, Rirayama Sensei. 

Palestras e congressos de respiração. Paul Klin - Bugei - EUA. 

Várias pesquisas para prova de mestrado incluindo teorias orientais e ocidentais. 

Conversas com médicos e terapeutas.


 

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