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A
cultura japonesa, em sua história, foi influenciada em muitos aspectos pela
cultura da China. Esse processo não foi diferente no que tange aos dialetos
falados no Japão. Embora muitos tenham se perdido, sendo hoje considerados como
uma língua morta, e a língua japonesa seja a oficial, outros, no entanto,
sobrevivem através de culturas locais na preservação de povos mais antigos do
que os japoneses, como a própria cultura indígena ainu.
Desde
a era Jomon até os dias atuais, pode-se dizer que a especulação diante de
fatos que alteraram e marcaram a história do Japão ainda é mal contada.
Desde
a era Kamakura (1188-1333) que o Japão lutou pela sua hegemonia militar
estabelecendo suas classes e territórios. Sendo assim, várias formam as
linguagens que através das guerras e batalhas se estabeleceram com fins de
dificultar e criar estratégias contra o inimigo.
Entretanto,
alguns dialetos existiam por cultura própria, como em Hokkaido, pelos ainu, em
Okinawa, pelos okinawajin, pelos rebeldes nas florestas cujo dialeto é o
shizen-go (que se acredita ser uma linguagem descendente do dialeto ainu,
misturado com outros dialetos chineses).
Vários
estudiosos afirmaram que a influência chinesa e mongol contribuiu em potencial
para a criação de novos dialetos, e isso pode ser comprovado na criação do
kanji (escrita japonesa).
No entanto, a língua
japonesa sofreu ainda a influência de outras culturas além da cultura chinesa,
tornando possível afirmar que, embora dominante, dividiu sua participação no
idioma com outros pólos culturais.
Em
Kojiki, Nihon-shoki e outros documentos antigos, encontramos muitas palavras
similares ao hebraico, tanto em significado como na pronúncia.
Por
exemplo, o primeiro Imperador japonês Jinmu deu aos líderes de terras o título
de "Agata-nushi". Agata significa área e nushi quer dizer líder.
Também em hebraico "aguda" significa grupo e "nasi"
significa líder.
Em
japonês, um imperador é chamado pelo título "mikado", que soa como
a palavra hebraica "migadol", significando o nobre. Cada imperador
japonês é chamado pelo título "mikoto", que tem um som próximo à
palavra hebraica "malchut", que quer dizer reino ou rei. Todo
imperador japonês é também chamado com um título "sumera-mikoto",
que não possui nenhum significado específico como palavra japonesa, mas que
interpretamos como a frase em hebraico "shomron malchuto"; isto
significa "Samária, seu reino", ou "rei da Samária". O
nome antigo para um sacerdote japonês Shinto é "negui", enquanto que
a palavra hebraica "naguid" quer dizer líder.
Nos
antigos livros japoneses Kojiki e Nihon-shoki, encontram-se muitas outras
palavras que nos lembram Israel. O nome antigo para uma região no distrito de
Nara é "Iware" que me recorda da palavra hebraica "Ivri",
significando hebreu. O nome antigo de uma terra no distrito de Nara, "Asuka",
assemelha-se com a palavra em hebraico "hasuka", que significa tabernáculo.
Em Asuka foi construída a antiga casa do Imperador. Um erudito japonês diz que
"a" é um prefixo e "suka" significa tabernáculo ou morada.
Também em hebraico "ha" é um prefixo que significa "o" e
"suka" significa tabernáculo ou tenda.
A
palavra japonesa "anata" que significa "você" é também
dita "anta", e no dialeto de Kyushu é dita "ata". Em
hebraico, isto é também "ata" ou "anta".
A
palavra japonesa "samurau" significa servir ou guardar (para o nobre)
e em hebraico, "shamar" significa guardar. Em japonês, da palavra
"samurau" vem a palavra "samurai" que significa antigo
guerreiro japonês, ou guarda. Também em hebraico, se juntarmos um sufixo
"ai" que significa profissão, a "shamar", poderia formar a
palavra "shamarai" que soa semelhante ao guarda japonês
"samurai".
Os
pesquisadores mostram muitas outras semelhanças entre o japonês e o hebraico.
Um deles aponta mais de 500 similaridades. Entre estas, podem ocorrer muitos
exemplos de semelhanças que se deram ao acaso, mesmo naquelas listadas aqui,
mas podemos acreditar que todas estas são fruto do acaso? Poderia acontecer
que, por mero acaso entre dois idiomas, diversas palavras se pareçam em pronúncia
e significado, mas quando há tantas palavras similares entre as duas, podemos
ser levados a pensar que há uma relação etimológica entre as duas.
A
conservação do shizen-go como língua e tradição cultural, deu-se através
da forte influência do O-Chikara, que manteve suas orações, mitologias e
ensinamentos no dialeto original.
O
shizen-go possui tão grande importância para essa religião, que os adeptos e
sacerdotes a estudam profundamente, acreditando que as divindades (Tengu) se
sentem felizes em receber as sutras e mantras no dialeto original.
Além
de ser um atributo iluminador para os sacerdotes, a língua original é um forte
atributo na conservação dos segredos internos.
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